João 17: 9. Eu rogo por eles. Não estou rogando pelo mundo, mas por aqueles que me deste, pois são teus. 12. Enquanto estava com eles, eu os protegi e os guardei pelo nome que me deste. Nenhum deles se perdeu, a não ser aquele que estava destinado à perdição, para que se cumprisse a Escritura. 13. “Agora vou para ti, mas digo estas coisas enquanto ainda estou no mundo, para que eles tenham a plenitude da minha alegria. 14. Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, pois eles não são do mundo, como eu também não sou. 15. Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno. 16. Eles não são do mundo, como eu também não sou. 17. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. 18. Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo. 19. Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade. 20. “Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles, 21. para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. 22. Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um: 23. eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste.

[Ref.: Gn 18.23-33 / 1 Ts 5.17 / Tg 5.13-16]

Se soubessemos que nosso fim está próximo, em nossas orações, lembrariamos de nossos familiares, parentes e amigos mais achegados, ou lembrariamos apenas de nós mesmos?

A oração intercessoria do nosso sumo sacerdote Jesus, o Cristo, é uma das últimas e mais conhecidas que ele é fez antes do dia em que foi traído e preso.

Ele orou por si mesmo? Sim ele orou, mas apenas buscando preparo, para que em tudo que iria passar isso glorificasse o nome do Pai, do Senhor Deus, mas em seguida, Sua oração se focou diretamente na preparação, proteção e santificação de Seus seguidores e discípulos e daqueles que através desses viriam a segui-Lo, para que o Pai fosse sempre glorificado em tudo isso.

Não é apenas uma função de líderes eclesiásticos, mas de todo cristão, orar por seu preparo (arrependimento e sabedoria) e pelo próximo , principalmente, salvo ou não, porque Deus assim nos ensina através da Sua Palavra viva, eterna e eficaz, através do amor dEle por nós, nos encorajando a fazer o mesmo.

Isso não se limita aos nossos últimos dias e horas de vida, mas SEMPRE, porquê se nos importamos com alguém (gostando de nós ou não), é mais do que justo e certo orar por ele(a).