pois o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem.
Provérbios 3:12

[Ref.: Sl 1.1-3 / Mt 7.1-6 / Hb 12.5-6]

Ser corrigido por alguém, pública ou individualmente, nem sem é algo fácil, dependo de como tratamos nosso ego, não sabemos receber bem ou até mesmo discernir uma crítica construtiva de uma que vem para nós derrubar.

Um ego inflado de soberba e cheio “princípios” fúteis e banais, tem dificuldade de receber críticas construtivas porque está cego, apenas abrindo mão da soberba (e/ou qualquer outro pensamento pecaminoso que tenha contaminado / envenenado a mente) é que poderemos ver a verdadeira correção com bons olhos.

A Palavra de Deus nos ensina que Sua correção sempre vem para o nosso bem, porque Ele nos ama e faz isso para nos tornarmos pessoas melhores. Ela também nos encoraja a advertir nossos irmãos e irmãs de algum mal (presente ou futuro), para não apenas prevenir de coisas que comprometem nosso caráter, mas também de nos colocarmos em situação de risco ao, ingenuamente, dar atenção a conselhos maliciosos ou a ofertas tentadoras.

O serviço de aconselhar o próximo, trazendo uma Palavra de correção, em amor, nem sempre está limitado a uma obrigação exclusiva de pastores e líderes dentro de uma ordem eclesiástica, o cristão, em si, que se importa com próximo e quer o bem do mesmo, deve alertá-lo do mal, como amigo(a) e irmão(ã) na fé, sem exigir o crédito sobre a ajuda prestada, fazendo-o com sabedoria, no tempo certo segundo a direção do próprio Deus, sem segundas intenções e sem apresentar críticas destrutivas que humilham ao invés corrigir.

Tudo isso requer sabedoria e flexibilidade tanto de quem corrige quanto de quem recebe a correção.