Zelo sem fronteiras

1 Coríntios 13: 4. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece, 5. não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6. não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7. tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

[Ref.: Lv 19.18 / Dt 6.5 / Mt 5.43-44; 25.31-46 / Lc 10.25-37 / Jo 3.16; 13.34-35; 15.11-13 / Rm 13.9: 15.2 / Gl 5.14 / Hb 13.1-3 / Tg 1.26-27; 2.8; 5.13-16]

Naturalmente, se nós nos importamos com alguém com quem convivemos, criamos gradualmente a sensibilidade para notar quando este(a) não está bem (física, emocional ou espiritualmente) através de atitudes, olhares, palavras, ou expressões faciais e/ou corporais.

O verdadeiro amor ao próximo é inegavelmente altruísta, livre de qualquer segunda intenção egoísta, uma vez que o egoísmo é seu antônimo direto. Este amor que se compadece das dores do próximo, que se preocupa e perdoa, ele deriva do incondicional amor Deus em Cristo Jesus. É só olhar para seu sacrifício e morte na cruz por nós, como a tão conhecida passagem de João 3.16 cita.

“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Devemos, todos, pô-lo (o amor) em prática, pois, se importar com o próximo, perguntar se está bem, acolher e/ou oferecer ajuda ou conselhos, na medida do possível, não é uma atividade limitada somente a líderes religiosos ou cargos eclesiásticos específicos, é a missão primordial de todo cristão, vai além das quatro paredes.

Este zelo pelo próximo, começa em nós, entre nossos familiares e então entre amigos e irmãos na fé dos mais achegados aos pouco conhecidos.

Por fim, as vezes um abraço, um sorriso, um aperto de mãos, uma oração, uma ligação ou mesmo uma mensagem perguntando “como vai você?” é tudo que alguém precisa para melhorar o seu dia.