Antes cedo do que tarde

Texto base: Lucas: 16. 19- 31 – a parábola do homem rico e Lázaro

[Ref.: Mt 6. 25-34; 22.34-40; 25.31-46 / Lc 12. 13-21]

Esta parábola que Cristo conta me lembra um certo conto americano de um livro chamado Um Conto de Natal (A Christmas Carol, 1843) de Charles Dikens. Em uma noite às vésperas do Natal ocorre a história de transformação de caráter do velho Ebenezer Scrooge (após à visita em sonho, de 3 ‘fantasmas’ que o fazem refletir sobre sua vida, suas ações, seu passado, presente e futuro), de um senhor rico, rabugento, avarento, solitário e egoísta, à um homem feliz, amigável e caridoso, solidário.

A diferença entre Scrooge e o rico da parábola, é que ele, ainda em vida, acabou mudando de atitudes ao encarar quem ele realmente era, porém o rico morreu sendo egoísta, orgulhoso e avarento e só no tártaro, tarde demais, se arrependeu da vida que vivia e de ter desprezado Lázaro, em vida, e suplicando à Abraão conceder à ele o minimo de alivio possível e após aceitar que para ele não havia mais saída, insiste à Abraão que avise/conscientize seus familiares e parentes das consequências amargas daquela vida que vivia, chega até mesmo à sugerir que ressuscite algum profeta para avisa-los, mas Abraão avisa que nada disso fará diferença uma vez que já estão cegos por suas próprias convicções e nem se quer darão atenção à um profetas ressurreto.

O amor ao próximo em uma vida cristã no centro da vontade de Deus, vivendo segundo Seus ensinamentos, afasta o homem salvo e renovado em Cristo de uma vida promiscua e um fim amargo, infeliz, e também o livra da segunda morte e do Inferno, agora, aquele que se afasta gradativa ou rapidamente do Senhor, tem consciência do pecado, permanece nele e não se atenta à necessidade do arrependimento, nem dá ouvidos à conselhos de irmãos para se corrigir, já esta fadado à encarar um final ruim.

Reflita nisso: Não há meio termo entre céu e inferno, não há “jeitinho brasileiro” no caminho da salvação e da santificação.

Ociosidade: a desvirtude de se deixar ser improdutivo

Apocalipse 3: 14. Ao anjo da igreja em Laodicéia escreva: Estas são as palavras do Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o soberano da criação de Deus. 15. Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! 16. Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.

[Ref.: Jz 6-8 / Mt 5.13-16; 25 / Tg 2.26 / Jo 1.7-10 / Ap 3.14-22]

Um cristão ou uma igreja morna assim como à igreja de Laodiceia, é aquele(a) que não tem progresso algum, esta parado no tempo, ocioso, despreocupado, enfim, sem sal. Ele(a) não acrescenta nem diminui, é improdutivo, conformado com à própria salvação, aquele(a) que não agrega valor algum preso na numa rotina diária, mecanica e sem vida.

Não é difícil comparar à um alimento ou bebida morna, se servido fora do ponto, antes do tempo, não conseguirá proporcionar nem garantir ao consumidor à qualidade esperada.

Um exemplo prático é o individuo cristão que busca em Deus por algum dom (como cura, pregação, discernimento ou qualquer outro), Ele o concede, porém este é despreocupado da vida, preso na zona de conforto do “eu sou salvo, então tudo bem”, faz pouco caso e não o usa desse dom quando deveria, ou o usa raramente, ou omiti por causa da responsabilidade.

Como uma ou mais pessoas, departamentos ou ministérios de uma igreja deseja que Deus os faça crescer se eles nem se quer mostram real intenção, força de vontade e atitude para servi-lo e “fazer acontecer”?

Aprendemos, com isso que devemos estar sempre atentos prontos à aproveitar bem as oportunidades que Deus nos dá para glória do Seu nome, sendo próativos, prestativos e gratos, servindo com alegria a obra dEle, por amor ao próximo.

Decisões Decidem Destinos

Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.
Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.
1 Coríntios 10:12,13

Ref.: Salmos 1:1,2; Mateus 26:41

A Busca por um relacionamento e intimidade com Deus costuma tomar tempo e esforço, sacrifício e rendição para alcançar mais do seu amor, presença, graça, misericórdia e poder…
Porém quando se trata de nos afastarmos de Seus caminhos, pela nossa própria natureza pecaminosa, falhar é tão fácil, simples, rápido e não requer esforço algum.

São as pequenas e aparentemente inofensivas tentações, os “segundos olhares”,é ai onde se inicia a geração do pecado em nossas mentes.

A Segunda vez, estes “segundos olhares”, apesar de que em muitos casos, não admitimos de imediato, porque neste momento já pecamos pelo achismo e falsa de crer que foi só por uma vez… mas se não vigiarmos, isso passa a, gradualmente,  se tornar uma grande bola de neve devastadora.

Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
2 Pedro 2:20

E este é o pior estado, porque a pessoa pecou tantas vezes que entrou ou acaba praticamente entrando num estado esfriamento espiritual, falta de fé, acaba se afastando de Deus.

é no momento em que estos tão convictos de nossa salvação, que nada nos abala, então é que o Inimigo começa a maquinar planos e ciladas com base em nossas fraquezas e experiências do “velho homem”.

Assim como a música apresentada aqui já diz:

“[…]Be careful little eyes what you see
It’s the second glance that ties your hands
As darkness pulls the strings.
Be careful little feet where you go
For it’s the little feet behind you that are sure to follow

It’s a slow fade when you give yourself away
It’s a slow fade when black and white are turned to gray
And thoughts invade, choices are made, a price will be paid
When you give yourself away
People never crumble in a day
It’s a slow fade, it’s a slow fade

Be careful little ears what you hear
When flattering leads to compromises, the end is always near
Be careful little lips what you say
For empty words and promises leave broken hearts astray[…]

[…]The journey from your mind to your hands
Is shorter than you’re thinking
Be careful if you think you stand
You just might be sinking[…]

[…]People never crumble in a day
Daddies never crumble in a day
Families never crumble in a day[…]”

_- Tradução livre -_

[Cuidado olhinhos com o que veem]
[É a segunda olhada que ata suas mãos]
[Enquanto as trevas puxam as cordas]
[Cuidado pezinhos aonde vão]
[Porque são os pezinhos atrás de você que certamente te seguirão]

[É um lento desvanecer quando você se entrega]
[Um lento desvanecer quando o preto e o branco se tornam cinza]
[E pensamentos invadem, escolhas são feitas, um preço será pago]
[Quando você se entrega]
[As pessoas nunca desabam em um dia]
[É um lento desvanecer, é um lento desvanecer]

[Cuidado ouvidinhos com o que ouvem]
[Quando a lisonja leva ao comprometimento, o fim é sempre próximo]
[Cuidado pequenos lábios com o que falam]
[Pois palavras e promessas vazias deixam corações despedaçados perdidos]

[A jornada da sua mente até suas mãos]
[É mais curta do que você pensa]
[Cuidado se você pensa que está de pé]
[Você pode estar afundando]

[Pessoas nunca desabam em um dia]
[Pais nunca desabam em um dia]
[Famílias nunca desabam em um dia]

O problema não surge ou explode do nada, ocorre lentamente.

“quando o branco e o preto tornam-se cinza”, descreve bem o início da confusão na mente, um borrão, como uma visão turva e desfocada, quando você, “cego”, não consegue distinguir as diferenças entre o bem e o mal, assim como disse antes, isso começa quando vemos uma aparente “verdade”/(auto-aprovação) enquanto seguimos para o caminho errado.

Cristo nos encoraja a vigiar, ora, e jejuar. Resumindo, nos ensina a nos mantermos em Sua presença e buscá-la, Seus apóstolos repassaram e reforçaram seus ensinamento inúmeras vezes (quantas fossem possíveis) a sua geração e aos que viriam após elas, a exemplo da carta de Paulo aos efésios cap. 6, ver.11 a 18, para nos revestirmos da armadura de Deus.

Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.
Tiago 4:7

Mesmo sabendo que através do verdadeiro arrependimento é que alcançamos a graça e o perdão de Deus em Cristo Jesus, não devemos dar chance ao pecado, nem por um segundo, mesmo no início da tentação em nossas mentes, mas fugir dela.

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie;

Efésios 2:8,9

Vigia!

Pecadinhos de estimação e a zona de conforto

Hebreus: 12. 1. Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta,

1 Pedro: 5. 8. Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;

1 Coríntios: 10. 12. Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia. 13. Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar.

Fragmentos do Passado

As vezes, em nossas vidas como cristãos, cultivamos algum pecado, muitas vezes este é um fragmento do velho homem, casos mal resolvidos pendentes e escondidos, que julgamos erroneamente por irrelevante, pequeno e  aparentemente inofensivo, em momentos que nosso ego atinge uma perigosa e falsa sensação de segurança, onde já cometemos ele por uma vez, mas não houve arrependimento verdadeiro e sim uma desculpa qualquer para justifica-lo.

Presos a uma maldita zona de conforto, supostamente seguros de si, esquecidos daquele pecado, cegos e acostumados com o cheiro dele, largamos aos poucos Palavra de Deus, A Espada, a Bíblia aberta em alguma mesa  (sem se quer ler) ou mesmo, perdida nas profundezas de um armário.

Deus, de diversas formas, faz questão de avisar do erro e sua consequências, nem que seja para escrever nas paredes (como exemplo, leia por completo Daniel 5) para que vejamos, mas ainda cegos em nosso orgulho e auto-confiança, não damos atenção devida a Seus alertas.

Ilustra-se aqui a zona de conforto, onde você, nós, cegos, no ócio e inatividade, nos vemos largados num sofá de comodismo, falsa sensação de conforto,  preguiça o deixamos consumir diariamente até o estado crítico, sem perceber, sem vigiar, de se tornar ‘parte dele.’

E então este velho homem, o pecado escondido, “de estimação”, ao cair da noite, durante e após tantos descuidos, vem para nos prender mais e mais a ele, nos distanciar ainda mais da presença de Deus e pior, a nos deixar sem ação, Inúteis, indefesos, inofensivos a ele e ainda mais mais cegos. Consequência disso é uma apostasia e morte e espiritual que leva facilmente a morte.

2 Pedro: 2. 20. Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo pelo pleno conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, ficam de novo envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior que o primeiro.

Porém o verdadeiro cristão ciente de seus atos e firme na Palavra e nos ensinamentos de Cristo sabe atender sem reservas ao mandamento:

Mateus: 26. 41. Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.

E se desviar do pecado, resistir a ele quando ainda esta na mente, nos pensamentos, e afugenta-lo ao resistir a ele fortemente por Amor, Temor, Servidão e Respeito ao Deus todo-poderoso de nossas vidas.

Tiago: 4. 7. Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. 8. Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações. 9. Senti as vossas misérias, lamentai e chorai; torne-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza. 10. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.

Perdão – Flores em Vida

Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e de pós vem apresentar a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele; para que não aconteça que o adversário te entregue ao guarda, e sejas lançado na prisão.
Mateus 5: 23,24,25

A vida que vivemos, não importa quantos anos de vida temos, ou o quanto ainda vamos viver, é evidente, ela é curta, tem começo, meio e fim, da mesma forma as pessoas com quem convivemos, não são eternas, mas passageiras, sejam eles familiares ou amigos, pessoas que amamos (e até mesmo aquelas que não nos amam e em suas atitudes nos entristecem e nos dificultam de ama-las) que Deus nos dá o privilégio de cruzar seus caminhos e elas os nossos.

Assim como nossos familiares não estarão para sempre ao nosso lado, não são substituíveis em seu papel familiar e social, devemos honra-los, até mesmo aos amigos mais achegados.

Porém há sempre aqueles cujas ações e comportamentos (descasos, violência, traições, abusos, brigas constantes, infidelidade, desconfiança … entre outros ainda piores) nos causam constantes decepções, traumas, perdas irreparáveis e feridas profundas na alma que perduram por anos e a cicatrização parece demorar.
Alguns permanecem convivendo conosco, outros deixam de cruzar nossos caminhos, afastam-se por uma ou mais circunstâncias da vida, mas se permitimos, a ferida permanece e com ela vem as mágoas, as dores, ressentimentos, em alguns casos, seguidos de ódio dependendo de quão grande foi a dor causada no passado e a ferida parece permanecer aberta e o perdão é visto como uma ultima opção, uma decisão difícil.

Da mesma forma, isso se aplica a nós, sim a nós, pois somos falhos e sujeitos a cometer erros e por muitas vezes acabamos por decepcionar pessoas que amamos com nossos atos, conscientes disso ou não deles, tal fraqueza não deve ser usada como desculpa para manter-se no erro ou conformar-se com ele.

Por insegurança, medo, mas principalmente por orgulho e soberba (ferramenta maligna, níveis acima do orgulho, que serve como o maior dos impecilhos neste caso), muitos de nós acabamos retendo o perdão, nem perdoamos, tão pouco buscamos pedi-lo.

O perdão, é um ato de demonstrar verdadeira superação sob um problema, mostrar que teve forças para vencer e escolheu por deixar o passado para trás. Um gesto de amor para com o próximo, uma vez que, em Cristo é o que devemos fazer por amor, sem julgar, pois é o que Jesus nos ensinou e ensina, é o que Ele faria.

perdoar (Segundo o Dicionário MIchaelis)
per.do.ar
(lat perdonare) vti e vint 1 Conceder perdão a; ser humanitário, tolerante;Absolver, remitir (culpa, dívida, pena etc.); desculpar. vpr 3 Poupar-se:

Portanto leve consideração o seguinte:

Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete.
Mateus 18: 21-22

E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.
Marcos 12:31

Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.
Mateus 5: 44-45

Ainda que a confiança no próximo, não permaneça mais a mesma, no amor que Cristo nos amou devemos liberar perdão e pedir perdão também enquanto é dia, não viver do passado , mas sim do hoje e do agora, e como dito antes, um dia haveremos de partir, e aqueles com quem convivemos também. É Cristo quem nos dá forças para suportar, superar as perdas e vencer, basta apenas olharmos para Ele e buscarmos nEle somente a força que necessitamos para vencer, sem desviar o foco. Antes de tudo busque esvaziar-se de si, diante de Deus faça a sua parte, de maneira transparente, em verdadeiro arrependimento peça perdão a Ele primeiro, busque sua justiça e ele se socorrerá nas demais coisas.

Por que não sabemos o dia de amanhã, esta é a nossa tarefa do hoje, ‘oferecer flores em vida‘, a ‘segunda chance’, zelar, valorizar (família, parentes e amigos) como se não houvesse amanhã, oferecer amor e o perdão ao próximo… Pois o amanhã pode ser tarde demais e o arrependimento e lamento tardio não traz pessoas que partiram de volta.

João 3: 16-17

Romanos 8: 1-2

Isaías 53: 4-6

Efésios 2: 5, 8

Lamentações de Jeremias 3: 22-23

Não se deixe culpar pelas causas e erros do passado, não permita que o inimigo faça de sua mente um constante tribunal de acusações. Onde há verdadeiro arrependimento, há também a graça, perdão e misericórdia de Deus derramados sobre nós.

Tetelestaiesta liquidado. Esta consumado, NEle nossas dívidas, culpas, erros estão líqudados, estão pagos. Em Cristo Somos livres, pela graça sois salvos!

Uma vez aprendi que:

[A cicatriz não deve ser encarada como um quadro ou retrato, ou mesmo um espelho para a lápide do passado morto e enterrado, mas sim que ela é a prova de que vencemos as lutas e que superamos nossos medos e dores passadas, seu passado esta morto, VOCÊ NÃO!]

Me ensina a oferecer perdão
E a me parecer contigo em compaixão
Deus, livra-me de mim
Guarda o meu coração
Pois nas vezes em que tropeço
Tenho em Ti, o que mais peço
Perdão e misericórdia me alcançam
E lançam, pra bem longe de mim, a acusação

Perdão – Paulo César Baruk