Leia Lucas 24:13-35
[Ref.: 2 Co 7.14 / Is 55.9 / Jo 20.29 / Gl 2.20]

A incredulidade humana (aquela dúvida constante), no meio cristão, a respeito das promessas de Deus em nossas vidas, nos cega, nos retarda e entristece rapidamente e as vezes nos leva a um luto pelo que não ocorreu segundo o que esperávamos, no tempo e jeito que quequeriamos que ocorresse.

Não há nada de errado em ser racional, mas as vezes deixamos nosso ceticismo e incredulidade falar mais alto que nossa fé. Veja o exemplo dos 2 discípulos no caminho de Emaús, mesmo tristes eles receberam a notícia da ressurreição de Cristo, mas porque ainda não o haviam visto, duvidaram, mas só depois perceberam que o terceiro companheiro de viagem deles que surgiu no meio do caminho era o próprio Jesus, enquanto murmuravam e lamentavam a morte de seu Salvador, mesmo Ele dando pistas e os exortando, só foram reparar que era ele “aos 45 minutos do segundo tempo” , quando Este ceiava com eles, pois o reconheceram pelo partir do pão, quando admitiram que ele ressuscitou, Cristo já havia desaparecido entre eles. Igualmente, também, admitiram depois que, de certa forma, sentiram Sua presença enquanto andava com eles.

As vezes nossa incredulidade nos impede de ver o próprio Cristo se manifestando em nossas vidas, mesmo que o tenhamos convidado para caminhar conosco ou entrar em nossas casas, o ceticismo, ainda presente, retarda nossa fé e demoramos para perceber a presença e o agir de Deus.

Que sejamos mais firmes na Fé em Sua Palavra viva e eficaz e em Suas promessas porque são infalíveis. As coisas podem não ocorrer, exatamente no tempo e da forma como queremos e/ou esperamos, mas devemos lembrar que Deus está sempre no controle de tudo, seus planos e caminhos são mais altos que os nossos e ainda que não testemunhemos, em vida, o cumprimento de alguma delas, sabemos que nEle, um dia ela vai acontecer e isso nos alegra.