Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai o coração. Senti as vossas misérias, e lamentai, e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo, em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.


Tiago 4. 7-10

[Ref.: Sl 51.9, 10,14,17 / Is 66.2 / Mt 5.23-25; 6.5-8,12 / Rm 7]

Se temos temor a Deus, se o servimos e o respeitamos, logo em nossas orações devemos ser transparentes com ele, mesmo sabendo que, em tudo Ele nos conhece (Sl 139). O salmista Davi no salmo 51, deixa claro que o que agrada a Deus é um espírito quebrantado e coração contrito, o rev. John Piper afirma em um de seus devocionais que “a primeira coisa que faz uma oração aceitável a Deus é o quebrantamento e a humildade daquele que ora.”.

Isso nos ensina o quanto alegra a Deus um(a) servo(a) fiel, que ora, busca uma vida reta perante Ele, sendo humilde, transparente, compassivo (que se compadece do próximo), fiel e sabendo reconhecer e liberar ou pedir perdão.

De que adianta se apresentar a Deus em oração com um vocabulário lindo, todo adornado, se não houver transferência, nem humildade em nossos corações, ou se estivermos em pecado e não soubermos admitir nosso próprios erros (mesquinhos ou imaturos como criança birrenta que não aceita ser corrigida), se for assim então de nada vale essa oração, é como um “santo-do-pau-oco” só tem aparência exterior, de resto, está vazio.

Perante Deus, principalmente, devemos ser justos e admitir nossas falhas em oração, mostrar arrependimento genuíno, pedir perdão, perdoar e ter sede por nos regenerar gradualmente, só assim teremos verdadeira paz nesses momentos, ou mesmo prestando louvor e adoração a Deus, agora perdoados e livres do peso na consciência.