Ociosidade: a desvirtude de se deixar ser improdutivo

Apocalipse 3: 14. Ao anjo da igreja em Laodicéia escreva: Estas são as palavras do Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o soberano da criação de Deus. 15. Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! 16. Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.

[Ref.: Jz 6-8 / Mt 5.13-16; 25 / Tg 2.26 / Jo 1.7-10 / Ap 3.14-22]

Um cristão ou uma igreja morna assim como à igreja de Laodiceia, é aquele(a) que não tem progresso algum, esta parado no tempo, ocioso, despreocupado, enfim, sem sal. Ele(a) não acrescenta nem diminui, é improdutivo, conformado com à própria salvação, aquele(a) que não agrega valor algum preso na numa rotina diária, mecanica e sem vida.

Não é difícil comparar à um alimento ou bebida morna, se servido fora do ponto, antes do tempo, não conseguirá proporcionar nem garantir ao consumidor à qualidade esperada.

Um exemplo prático é o individuo cristão que busca em Deus por algum dom (como cura, pregação, discernimento ou qualquer outro), Ele o concede, porém este é despreocupado da vida, preso na zona de conforto do “eu sou salvo, então tudo bem”, faz pouco caso e não o usa desse dom quando deveria, ou o usa raramente, ou omiti por causa da responsabilidade.

Como uma ou mais pessoas, departamentos ou ministérios de uma igreja deseja que Deus os faça crescer se eles nem se quer mostram real intenção, força de vontade e atitude para servi-lo e “fazer acontecer”?

Aprendemos, com isso que devemos estar sempre atentos prontos à aproveitar bem as oportunidades que Deus nos dá para glória do Seu nome, sendo próativos, prestativos e gratos, servindo com alegria a obra dEle, por amor ao próximo.